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Cromopuntura

A cromopuntura é uma fusão entre a acupuntura e a cromoterapia. É um modelo terapêutico energético que inclui aplicação de feixes luminosos e coloridos nos pontos do meridiano (como na acupuntura).

“O organismo está interligado, trabalhando numa determinada frequência. A cromopuntura restaura o equilíbrio do conjunto”, explica Cesar de Andrade, clínico especialista em homeopatia pela Universidade de Paris e formado em cromopuntura pelo Instituto Peter Mandel, na Alemanha.

Fisicamente, as cores representam diferentes campos de frequência de ondas longas ou
curtas, como o laranja, usado em restaurantes, pois tem linha alongada, despertando o apetite. Nesse contexto, a cromopuntura é uma forma de acupuntura. Muitas vezes, técnicas de cristalpuntura também são mescladas, pois o cristal ajuda a canalizar a energia da luz.



“De início não acreditei na possibilidade de melhora, mas desde a primeira sessão, há seis meses, melhorei substancialmente”, diz o bancário José Joaquim*, portador de dor crônica. Joaquim submeteu-se a diversas cirurgias e acupuntura para curar uma insistente dor no
corpo. “Não tive bons resultados com acupuntura. Daí procurei a cromo. Graças a ela, não tomo mais seis remédios diariamente. Hoje só tomo dois. Um para gastrite, desenvolvida após ingerir tantos remédios”, afirma.

“O primeiro passo é investigar os fatores ligados à doença e ao doente. Aspectos como raivas, frustrações, timidez e estresse estão intimamente ligados aos efeitos sentidos pelas células, daí a
necessidade da análise criteriosa”, explica Cesar. O médico ressalta a importância da medicina tradicional no tratamento com cromopuntura. “Não descartamos o uso dos fármacos. Fazemos um tratamento conjunto, até porque muitos pacientes precisam de antidepressivos”, complementa.

Na aplicação, usa-se uma pequena lanterna, acoplada a um cristal. Lâminas de cores diversas – trocadas de acordo com a proposta terapêutica – são postas entre o foco luminoso e o cristal. Geralmente, o tratamento começa com duas sessões semanais, com uma proposta terapêutica de dez sessões.


Fonte de pesquisa: Jornal do Commercio, Recife, Revista JC

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